Movimento está abaixo do esperado

0
540

Foto:

Movimento na Rua Doze de Outubro esteve abaixo do esperado nas últimas semanas

Um estudo realizado pelo SPC Brasil (Serviço de proteção ao Crédito) e portal de educação financeira Meu Bolso Feliz, estima que 17 milhões de consumidores vão deixar para a última hora a compra dos presentes neste Natal em capitais, como São Paulo. No ano passado este número era de 16,5 milhões de pessoas. O levantamento pode ser confirmado na Rua Doze de Outubro, e nos corredores do Mercado da Lapa que estavam com movimento abaixo do esperado durante a semana. Na avaliação do presidente da Acomel (Associação dos Comerciantes do Mercado da Lapa) Fernando Tecco, o movimento no Mercado permanecia fraco durante a semana. Segundo ele, a expectativa está na chegada do dia 20 e o pagamento da segunda parcela do 13º. 

O estudo mostra ainda que o gasto médio do presente de Natal aumentou de R$ 86,59 em 2013 para R$ 122,40 em 2014. De acordo com o estudo, a pessoa mais presenteada neste Natal deve ser a mãe, com 56% das intenções, seguida pelos filhos, com 53% das intenções, e pelo cônjuge, com 52%. As roupas (77%), os calçados (50%) e os perfumes (45%) devem ser os presentes mais comprados e também os mais desejados pelo consumidor. O levantamento também mostra que apenas 5% dos entrevistados vão deixar de comprar o presente para aproveitar as liquidações de início de ano. Este percentual sobe para 13%, quando analisados apenas os consumidores com mais de 50 anos e cai para 0% entre os entrevistados de 25 e 34 anos. 

De acordo com a avaliação da economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti, deixar as compras natalinas para a última hora não é uma boa opção para quem pretende gastar menos. “Se o consumidor deixa para comprar em cima da hora, acaba não tendo tempo para pesquisar preços e, consequentemente, desembolsa mais. Sem mencionar o risco dele não encontrar o produto desejado e ter que optar por um bem mais caro, comprometendo o orçamento”, explica Kawauti. 

SEM COMENTÁRIOS

DEIXE UMA RESPOSTA