Boa caminhada em 2018!

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Quando fui candidata a prefeita, mais de uma vez me perguntaram: “Como ter um relacionamento saudável com a Câmara Municipal”? Respondia: “Tratando com respeito as Emendas Parlamentares”. Emendas são malvistas por serem tratadas como “moeda de troca” quando o governo tem alguma matéria importante para votar (como a Reforma da Previdência). Não acho certo colocá-las como condição para votar um projeto do Executivo – o único critério deveria ser o teor da proposta… Isso não quer dizer que elas sejam sinônimo de pilantragem! Quando a emenda é correta no valor e na destinação, o melhor para todos é sua execução.

O orçamento é fixado em lei a cada ano. Prefeitos, governadores e o presidente apresentam o Projeto para o Legislativo e os parlamentares propõem alterações. A emenda parlamentar é uma forma de cada um direcionar recursos para demandas específicas. Pode ser mais ampla (“atividades culturais na Zona Oeste”) ou mais detalhada (“novo equipamento de som para o Teatro Cacilda Becker”).

No meu mandato, atendendo a reivindicações da população e até de agentes públicos, destinei recursos do orçamento da cidade para a Lapa e região. Parte deles para o Projeto Lapa 21, para reforma daquela parte da cidade tão importante e tão maltratada: as calçadas! A rota do Terminal Lapa até a Biblioteca Mário Schenberg, passando pelo Sorocabana, será o primeiro trecho. Desejo a todos, neste ano novo, poucos motivos para ir ao Sorocabana e muitas idas à biblioteca!

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