O Carnaval de rua em nossa região vem ganhando corpo e aumentando em importância a cada ano, acompanhando o destaque cada vez maior que São Paulo apresenta nesse que, sem dúvida, é o maior evento do País.
Este ano, cerca de 600 blocos vão desfilar na cidade entre os dias 7 e 21 de fevereiro. Deste total, 60 passarão pelas ruas da Lapa, Vila Romana, Ipojuca, Pompeia, Perdizes, Leopoldina e Barra Funda – ou seja, nossa região concentrará 10% dos blocos de rua da cidade, o que é muita coisa. E a proporção fica ainda mais considerável se levarmos em conta que, dos 60 blocos, 11 se incluem na categoria dos megablocos, levando milhões às ruas. Entre eles, a novidade para o Carnaval 2026 é o desfile do famoso Bloco da Lexa, que pela primeira vez vai animar a Avenida Marquês de São Vicente no domingo, 8, com expectativa de reunir mais de 1 milhão de foliões.
E para aqueles que preferem curtir a folia com a família, levando a criançada e até os pets para se divertir, há os blocos menores, como o tradicional Passaram a Mão na Pompeia, o Gente Miúda (focado na meninada) e o Bloco Saia de Chita, que também desfilam na região há vários carnavais.
O empenho da Prefeitura na organização do evento, é preciso destacar, vem aumentando na mesma proporção em que o Carnaval ganha importância aqui na capital. Para garantir a diversão de todos e evitar grandes transtornos para aqueles que preferem aproveitar os finais de semana do pré e pós Carnaval e os quatro dias principais da folia para descansar, a escolha dos blocos segue critérios rígidos, bem como o cadastramento dos ambulantes, que, inclusive, recebem treinamento e kits para trabalhar. Além disso, o prefeito Ricardo Nunes (MDB) criou a Central Permanente do Carnaval, espaço no centro da cidade cujo objetivo é aumentar diálogo com blocos, bandas, escolas de samba e entidades carnavalescas.
Já da parte da Subprefeitura Lapa, um esquema especial envolvendo todo seu efetivo de fiscalização e limpeza, além de um reforço com equipes enviadas pela Secretaria Municipal das Subprefeituras, já está detalhado. O objetivo, segundo o coordenador de Governo Local da Sub Lapa, Luciano Oliveira, é trabalhar com tolerância zero em relação à venda irregular de bebidas e ao atraso por parte da organização dos blocos no término dos desfiles.
Ao promover uma festa que reunirá mais de 15 milhões de pessoas, o poder público hoje encara o Carnaval como um meio de aquecer o turismo na cidade e garantir emprego para um grande número de pessoas.
Para a população, chegou a hora de, mais uma vez, ‘deixar a tristeza prá lá’ e aproveitar a festa. Cada um a seu modo. O importante, nesses dias de folia, é se divertir!






























