Marina Bragante é vereadora em São Paulo pela Rede
No Dia Internacional da Mulher, falar de igualdade é também falar da cidade que queremos construir.
Em São Paulo, as mulheres são as que mais sofrem com a crise climática: são maioria entre as responsáveis pelo cuidado, dependem mais do transporte público, vivem em territórios mais vulneráveis a enchentes e ondas de calor e sentem primeiro os impactos da falta de água, moradia adequada e áreas verdes.
Mas também são as que mais se mobilizam. Pesquisas mostram que mulheres tendem a priorizar políticas de saúde, educação, assistência e meio ambiente.
No Congresso, parlamentares mulheres destinam proporcionalmente mais emendas para essas áreas, fortalecendo a rede de proteção social e a resiliência climática.
Justiça de gênero e justiça climática caminham juntas.
Cuidar do planeta é cuidar das pessoas, e não há cidade verdadeiramente sustentável sem as mulheres no centro das decisões e da transformação que queremos ver.




























