Depois de casas, ruas e prédios
históricos como o União Fraterna e o Mercado da Lapa, o Shopping Center
Lapa entra para a lista dos cenários preferidos pelos produtores de
filmes. Cenas do longa-metragem “De olho na Rua” foram gravadas na
Praça dos Correios, no Piso Catão do centro de compras, no domingo de
carnaval.
O diretor do filme, Rogério Correa, conta que selecionou o local pelas
suas características estéticas. “Eu escolhi o Shopping Center Lapa por
que ao mesmo tempo que é popular também tem um visual bacana e é
frequentado por várias classes sociais. Tem tudo a ver com os
personagens do filme que são trabalhadores”, revela o diretor.
A trama estrelada por Murilo Rosa no papel de Otoniel, o Oto, vai levar
para as telas dos cinemas, a história de um metalúrgico que é
dispensado após vinte anos de trabalho. “A vida do personagem começa a
degringolar e ele passa a viver uma falta de identidade e estrutura. A
cena gravada no shopping foi um momento de lazer com a mulher (vivida
por Gabriela Flores) e os filhos”, revela Correa.
A trama estreia em 2010. “O pessoal do shopping foi muito generoso”, finaliza o diretor.
Shopping vira cenário de longa
Núcleo braile recebe inscrição
Foto:

O Núcleo de Apoio ao Deficiente Visual da
Biblioteca de Ciências Mário Schenberg recebe inscrições de pessoas
cegas ou de visão sub-normal que queiram ter acesso aos mais de 750
títulos em braille, falados ou digitalizados, de livros ou revistas.
Além de máquina braille, o núcleo oferece acesso a um computador, doado
pela Serpro e destinado aos deficientes visuais, uma lupa eletrônica
conectada a uma televisão de 20” para deficientes de visão subnormal,
que aumenta o tamanho das palavras, bem como orientação para escrita e
leitura braile.
Em funcionamento há 19 anos, o serviço começou por iniciativa da
moradora da região de Perdizes, Leila Bernaba Jorge Klas, em abril de
1990. Advogada por formação, ela perdeu a visão em um acidente, quando
ainda cursava o primeiro ano da faculdade de Direito. Leila conta que
chegou a exercer a advocacia, mas acabou entrando na Prefeitura em
1982. “Eu trabalhava no Centro Cultural São Paulo, e pedi para vir para
Lapa. Quando cheguei (na sala de pesquisa), não tinha nada para cego.
Percebi que havia uma doação de obras em braille e também uma máquina
braille porque tinha outro cego trabalhando na biblioteca. Eu pedi que
ele me emprestasse a máquina, ele topou, e começamos o trabalho”,
revela Leila.
No início eram poucas obras. “A gente começou com uma estante, depois
duas e a coisa foi crescendo até que a Prefeitura reconheceu o núcleo,
começou mandar verba e fez um contrato com a fundação Dorina Nowil. Aí
a gente não vivia só de doações”.
Inscrições:
Todos os meses são feitos cerca de sessenta atendimentos. Os
empréstimos não são restritos aos moradores do bairro. “Existem
usuários que vem todos os dias, como o João Loro (um técnico em
radiologia que trabalha em uma unidade de saúde da rua Roma), uns
eventualmente, e alguns de outros Estados como Florianópolis e Paraná
que recebem as obras pelos Correios, via secograma, que é isento de
tarifa”, explica ela.
Para ter acesso ao acervo é preciso se inscrever, apresentando um
comprovante de residência atualizado com o mesmo nome do documento de
identidade e ser deficiente visual.
Além do acervo, Leila dá aulas para os deficientes com dificuldade em
aprender braille. “Ensino por amor, não ofereço nenhum certificado. O
meu objetivo é ajudar no desenvolvimento cultural do deficiente
visual”, encerra ela.
O Núcleo funciona de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h, e aos
sábados das 9h às 16h, na Rua Catão, 611. Outras informações pelo
telefone 3672-0456.
Parque terá audiência
A comunidade aguarda a descontaminação da
área da antiga usina de compostagem, na Vila Leopoldina, para
implantação do Projeto do Parque Orlando Villas Bôas, anunciado pela
antecessora da atual subprefeita da Lapa, para ser entregue em dezembro
de 2008. Mas o projeto continua no papel. O promotor de Meio Ambiente,
José Eduardo Ismael Lutti, acompanha o caso e vem se reunindo com
técnicos da subprefeitura e Limpurb.
Durante entrevista em fevereiro de 2008, Lutti disse que além da
contaminação, a instalação do projeto encontrava outros problemas como
o acesso pela Marginal do Tietê. “Ficaria difícil para a visitação”,
dizia ele na ocasião. A comissão de técnicos da Prefeitura já discutia
com a Sabesp uma possibilidade de construir a entrada principal pela
Unidade de Negócios que fica na Leopoldina. Após mais de um ano, as
cooperativas continuam no local.
A subprefeita da Lapa, Soninha Francine, informa que o órgão ajuda a
Limpurb na localização de áreas para transferência das cooperativas.
Segundo ela já foram indicados dois endereços, mas cabe a Limpurb
decidir a viabilidade e as condições para a mudança (das cooperativas).
“De nossa parte, já temos o projeto básico quase todo casado ao estudo
topográfico, permitindo que se faça, daqui a cerca de um mês, a
primeira audiência pública sobre o parque”, conclui Soninha.
Rally a pé abre inscrições
A Supervisão de Esportes e a
Subprefeitura da Lapa abrem inscrições para o 1º Rally a Pé da Lapa,
que será no dia 26 de abril, com saída às 8h30 do Clube Escola Lapa, o
Pelezão. Todos os estudantes da rede de ensino pública e particular
podem participar com suas equipes. As inscrições começam na
segunda-feira (30), no próprio Clube.
O supervisor de Esporte, Celso Goldenberg, explica que poderão se
inscrever estudantes, de 14 a 17 anos, em grupos de 5 a 8 pessoas,
sendo que não há limite de equipes por escola. A competição terá
caráter solidário. Cada grupo deverá levar dois quilos de alimento não
perecível, que será doado para uma entidade da região.
O rally terá um percurso pré-determinado pela comissão organizadora,
onde os grupos terão tarefas a ser cumprida durante o trajeto (o
roteiro será entregue somente na hora da largada). “Serão tarefas
simples de observações e anotações (cor de casa, placa indicativa,
frases em muros, nome de lojas). Não é um rally de velocidade mas sim
de regularidade (pois existe um tempo mínimo para realização do
percurso) e observação, cada equipe trará uma prancheta e caneta para a
realização da prova. A equipe que cumprir o maior número de tarefas em
menor tempo será a vencedora”, informa Goldenberg. As escolas ou alunos
interessados devem entrar em contato com Celso (pelo celular 7204-5265)
ou ligar para o telefone 3834-0032.
Novo diretor regional
O novo diretor Municipal de
Educação da região, Waldecir Navarrete Pelissoni, é um funcionário
público de carreira. Com 38 anos de serviços na área de educação, ele
assume a vaga deixada por Sueli Eguchi que passa a responder da
Diretoria Regional de Educação do Butantã.
Pelissoni chega da chefia de gabinete do Secretário Alexandre
Schneider, depois de ocupar diversos cargos públicos, desde professor,
diretor até supervisor. “Sou titular de supervisão escolar na região.
Já fui diretor regional de Educação aqui no início do governo Serra,
por cerca de três meses, depois voltei para a assessoria da secretaria.
Com a chegada do secretário Schneider, ele me convidou para ser chefe
de assessoria de planejamento, depois Diretor Regional na região Jaçanã
-Tremembé, chefe de gabinete da secretaria e agora estou aqui”.
Para Pelissoni um dos problemas da região é a procura por vagas em
creches, para crianças de zero a três anos. “Essa é uma demanda maior.
A preocupação é que na região nós temos poucos terrenos com área para
construção”, revela o diretor.
Uma solução, segundo ele, é construir, como vem sendo feito no CEU
Jaguaré, que terá capacidade de atender cerca de 300 crianças de CEI (0
a 3 anos) além de 600 vagas de Emei (4 a 6 anos) e 1200 do ensino
fundamental. “Estava prevista a entrega para maio, mas por causa do
atraso na obra, em junho a parte educacional começa funcionar”, informa
Pelissoni, acrescentando que outra alternativa será firmar novos
convênios com entidades para aumentar o número de creches para atender
a demanda existente.
Progressão Continuada
Questionado se a aprovação pelo Programa de Progressão Continuada,
implementado nas escolas em 1998, para reorganizando o ensino público
fundamental, não estaria excluindo ainda mais os alunos do aprendizado
por falta de reprovação, ele explica que a secretaria ataca os
problemas da alfabetização com o programa Ler e Escrever. “A meta da
secretaria é que 85% das crianças no primeiro ano aprendam a ler e
escrever e cem por cento no segundo. Esse programa visa o sucesso do
aluno na continuidade dos seus estudos e profissionalização para que
ele seja autônomo e não refém de uma situação”.
Cadastro Único
Pelissoni lembrou ainda que as famílias com criança em idade escolar
devem procurar uma escola e fazer o cadastro. “Às vezes não é possível
atender na escola ao lado, mas é possível atender na escola mais
próxima”, informa o diretor. Caso a criança não seja chamada, ele
orienta a procurar a Diretoria Regional(Rua Aurélia, 996) para o
atendimento.
Sorocabana realiza prevenção
Cerca de cem pessoas passaram
pela campanha “Previna-se” realizada pelo Serviço de Nefrologia do
Hospital Sorocabana, feita em parceria com a Sociedade Brasileira de
Nefrologia, para prevenção de doenças renais.
Segundo o médico responsável pelo serviço no hospital, João Damásio
Simões, a campanha é feita em nível nacional e tem o apoio da
Associação Médica Brasileira, do Ministério da Saúde, Conselho Regional
de Medicina de São Paulo, secretarias de Estado e Municipal de Saúde.
“Não é uma iniciativa só nossa, é uma campanha que acontece há vários
anos. Nós, inclusive, participamos em outras ocasiões medindo a pressão
arterial em escolas e no Mercado da Lapa. Agora temos um dado novo que
é a dosagem da creatinina no sangue e da amostra de urina para avaliar
se há perda ou não de proteína, que é uma das micro característica da
doença renal. Essa doença evolui com a idade como decorrência da
hipertensão arterial e diabetes”, explica o especialista.
Um levantamento sobre os antecedentes patológicos de cada paciente é
feito durante o atendimento. “A gente questiona se ele tem doenças
renais ou antecedentes de outras doenças que possam comprometer os rins
como é o caso da hipertensão arterial e diabetes. 15% da população em
geral tem antecedentes de diabetes e não possui a doença, mas todos os
diabéticos têm comprometimento do rim, assim como todos os hipertensos
tem comprometimento do rim”.
Sintomas
O médico alerta que como a doença renal não dói, quando se faz a
prevenção a tempo, os danos podem ser minorados, do contrário, podem
ser irreversíveis podendo causar a perda da função renal. “A intenção é
detectar o mais precocemente possível uma alteração da função dos rins,
medindo-se a creatinina do plasma e a proteína na urina”.
Na triagem de terça-feira, os pacientes ou acompanhantes que
apresentaram antecedentes de doença renal ou sistêmica fizeram a coleta
para exame de sangue e urina. Foi marcado retorno para entrega do
resultado, caso seja necessário o paciente será encaminhado ao
especialista. Como os rins têm funções vitais como controlar a pressão
arterial e filtrar o sangue, aos sinais de sintomas como inchaço,
pressão alta e sangue na urina, o médico orienta que a pessoa procure
um especialista.
Segundo Damásio, a campanha será repetida em 28 de abril, a partir das
13h, no mesmo local, na sala ao lado do guichê do atendimento na
entrada do pronto-socorro (Rua Catão, 420). Informações pelo 3865-4900.
Certificação de qualidade
Um ano e oito meses. Esse foi o
tempo que a equipe do Sesi teve para preparar a unidade Lepoldina para
a certificação de qualidade ISO 9001:2000.
Das 53 unidades espalhadas pelo Estado, o Sesi Leopoldina é o primeiro da rede a receber a qualificação.
A diretora, Leni Bertolla, explica que a preparação foi um desafio. “A
unidade tem todos os serviços do Sesi: esportes, lazer, cultura,
educação e alimentação. Temos uma estrutura para oferecer todos esses
serviços. Foi um trabalho intenso para certificar todos eles, mas
conseguimos”.
Dentro do projeto de qualidade total, a unidade Leopoldina desenvolve
modalidades esportivas com o intuito de preparar atletas para
competição. “Vamos ter equipes de competição de natação, pólo-aquático,
nado-sincronizado, esgrima e voleibol”, afirma a diretora.
Para essa tarefa, a unidade contratou profissionais da área técnica e
professores especializados (técnicos, professores, estagiários,
nutricionistas e psicólogos). “As equipes de atletas estão sendo
montadas. Na natação, por exemplo, já temos jovens que são federados.
Vamos aprimorá-los para que o Sesi tenha uma equipe nos Jogos
Olímpicos”.
Comemore o dia da água
O Dia Mundial da Água é
comemorado neste domingo (22), conforme a resolução adotada pela
Assembléia Geral das Nações Unidas, em 1993. A data é destinada a
discussões e reflexões sobre temas relacionados a esse bem natural, tão
essencial a vida.
A preocupação de especialistas com a água tem fundamento. Um relatório
do Banco Mundial, datado de 1995, alerta: as guerras do próximo século
serão por causa de água e não mais por petróleo ou política.
Colaborar com a preservação desse precioso líquido, detectando
vazamentos e com ações simples como fechar a torneira na hora de
escovar os dentes e tomar banho mais rápido (5 minutos), também pode
significar uma boa economia na conta de água.
Cursos e palestras
A Unidade de Negócios Centro da Sabesp (Companhia de Saneamento Básico
do Estado de São Paulo), responsável pela distribuição de água na
região, conta com programas de orientação e racionalização do produto
para a comunidades, escolas, empresas e hospitais. Segundo a
Coordenadora e Educadora Ambiental da Unidade (Rua do Sumidoro, 448),
Sônia Oliveira, o órgão tem entre outras iniciativas, o Pura – Programa
de Uso Racional da Água -, com palestras que incentivam ações
tecnológicas e medidas de conscientização para enfrentar a escassez de
recursos hídricos.
O coordenador do Programa de Uso Racional da Água da Unidade de Negócio
Oeste da Sabesp (Rua Major Paladino, 300, na Vila Leopoldina), Marcos
César Teixeira, explica que as palestras do curso de Pesquisa de
Vazamentos oferecem noções teóricas e práticas em uma sala com a
instalação hidráulicas (como pias, vasos sanitários) que simulam todos
os tipos de vazamentos. “Aqui falamos da escassez da água no Brasil, no
mundo e na região Metropolitana, de como fazer o controle de consumo
através do hidrômetro, sistema de tarifa, saneamento e o problema do
lixo. Na parte prática, nós damos noções de detecção de vazamento, como
o teste de sucção onde se pega a torneira que vem da rua, enche o copo
de água e fecha o cavalete. Coloca-se o copo sob a torneira e se tiver
vazamento a água será sugada”.
Regular a válvula de descarga e utilizar os vasos com caixa acoplada ou
até mesmo os convencionais com sinfonagem (desenho interno do vaso)
para seis litros, são algumas das orientações. “Cada metro cúbico de
água gasto equivale a mil litros de água”, alerta Teixeira.
Os interessados em participar do curso de Pesquisa de Vazamento podem
agendar o dia e hora na unidade mais próxima pelo 195 ou no
08000-11-9911.
Cultura está sob nova direção
Soninha Francine está se
cercando, cada dia mais, de pessoas de sua inteira confiança. Depois de
fazer mudanças nas Finanças, Obras e Jurídico, ela trouxe para a Sub
Lapa outro ex-assessor de sua época na Câmara Municipal de São Paulo: o
publicitário Maurício Garcia para assumir o cargo de supervisor de
Cultura no lugar de Valter Luiz Squilaro.
Garcia trabalhou com Soninha durante os quatro anos de seu mandato
parlamentar. “Quando ela me convidou foi para assessorar na parte de
cultura. Depois, no decorrer do mandato acabei pegando outras áreas,
principalmente a população em situação de rua”, explicou o novo
supervisor.
Ele conta que conheceu Soninha quando trabalhava na coordenadoria da
Juventude, durante a administração da prefeita Marta Suplicy. “Lá na
coordenadoria da Juventude minha missão era agitar a cidade. Tínhamos
vários projetos que levava atividades nas praças e nos clubes da
cidade. Foi ali que comecei a formar minha visão cultural”, revela
Garcia.
Tendal
Com cerca de R$ 500 mil de orçamento para o ano, Garcia revela que
pouco mais da metade desse valor é só para limpeza e segurança. “Sobra
algo em torno de R$ 250 mil para investir em atividades culturais, o
que é muito pouco. Eu quero, por exemplo, que o Tendal tenha uma
programação com peças de teatro e oficinas. Uma programação variada
para a comunidade. Hoje o Tendal é usado mais como laboratório”.
Ele é a favor de parcerias para viabilizar os projetos. “Se eu pensar
só no orçamento, não consigo fazer nada no Tendal nem em outras áreas
da subprefeitura como Jaguaré e Jaguara que são mais carentes de
atividades e equipamentos culturais. Se não tem dinheiro público vamos
atrás de parceiras”.
Entre os projetos de Garcia está a recuperação do Tendal da Lapa que
apresenta problemas como goteiras no telhado. “Queremos melhorar o
espaço. Descobrimos pela Internet que um aluno da FAU (Faculdade de
Arquitetura e Urbanismo da USP) havia feito um projeto de recuperação
do Tendal, fomos atrás e nisso surgiu uma parceria com dois professores
da própria FAU para desenvolver um projeto de recuperação do prédio do
Tendal. Vamos ter uma reunião com o Conpresp e o pessoal da FAU para
fechar esse convênio”.
O supervisor de cultura avisa que entre o final desse mês e início de
abril será inaugurado o Centro de Convivência e Memória da Lapa, no
prédio da Biblioteca Cecília Meireles, na Rua Araçatuba. “Quando era só
biblioteca já tinham oficinas espontâneas voltada para a terceira
idade. O que eu quero é custear essas atividades, que hoje são feitas
por voluntários. A gente precisa aproveitar (essa vocação) e investir
nesse espaço”.
ONG aborda consumo sustentável
Foto:

“Necessitamos repensar e mudar com
criatividade e imaginação os valores pelos quais vivemos, as escolhas
que fazemos e as ações que praticamos”. É com essa declaração de
Ahmedabad, feita no IV Encontro de Educação Ambiental, na Índia em
2007, que começa o primeiro volume da coleção “Consumo Sustentável e
Ação”, lançado na última quarta-feira, 18, pelo 5 Elementos – Instituto
de Educação e Pesquisa Ambiental, na Choperia do Sesc Pompéia.
Mônica Pilz Borba e Patrícia Otero foram as responsáveis pela
coordenação do projeto que resultou em seis livros, um manual de
atividades para o professor e outros cinco volumes divididos por temas:
orgânicos, metal, vidro, papel e plásticos. A publicação tem o apoio da
Imprensa Oficial e do Instituto HSBC de Solidariedade. “O 5 Elementos
tem uma linha de atuação focando o consumo sustentável. Como nós
trabalhamos com mudança de comportamento há 16 anos, a nossa idéia era
ter um material educativo e atualizado com essa temática. O livro
principal é do professor falando dos resíduos sólidos no Brasil e no
mundo e como isso está acontecendo, como estamos desperdiçando todos os
nossos recursos naturais, jogando tudo no aterro. Isso gera a emissão
de metano que contribui para o aquecimento global”, explica Mônica.
Objetivo
A coleção é um instrumento de apoio para o professorado, jovens que
querem pesquisar sobre consumo sustentável, lideranças, jornalistas e
todos os interessados no assunto, mas o foco principal do material é
voltado para a educação formal. “Foi uma estratégia porque a educação
formal precisa urgentemente incluir a educação ambiental dentro da
escola. Um grande diferencial dos seis livrinhos é que a gente traz
conceitos e sugestões de atitudes e práticas para que as pessoas, no
dia a dia, tenham um envolvimento sustentável em casa, na escola, com a
sua comunidade ou no seu ambiente de trabalho, para que essa
transformação que a gente quer, ocorra”, afirma Patrícia.
Um grupo de atores encerrou o evento com a apresentação da performance
“Gari 5 Rs (Reduzir, reutilizar, repensar, recusar e reciclar)”,
alertando para mudanças de atitude quando ao lixo jogado nas ruas. A
coleção pode ser baixados pelo site do instituto (www.5
elementos.org.br) pelo link Ecoprodutos, ou impressa ao custo de R$
15,00, direto na sede do 5 Elementos( Rua Catão, 1173). Outras
informações pelo telefone 3871-1944.





































