Conselho Gestor cobra secretaria sobre problemas nas obras do Sorocabana

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Imperceptível para quem olha o prédio do Hospital Sorocabana sob a perspectiva da Rua Faustolo, as obras de reconstrução do equipamento avançam na parte interna do edifício. Apesar disso, para quem trabalha nas unidades de saúde – Hospital Dia e AMA 24h – que funcionam na parte térrea e primeiro nível do prédio e para os pacientes atendidos, a incomodidade é um fator preocupante, com muito ruído do quebra-quebra das estruturas de alvenaria e dispersão de poeira. “Logo mais a obra estará chegando ao segundo andar”, informou o gestor do Hospital Dia, Marcello De Paschoal, sinalizando para aumento considerável da incomodidade.

Funcionários, médicos e equipes de enfermagem recorrem a protetores auriculares para amenizar os efeitos dos ruídos da bateção por horas seguidas, diariamente. A comunicação verbal entre as equipes e do corpo clínico e enfermeiros com os pacientes tem sido prejudicado. Quem está internado ou passa por consultas e exames também sofre com os incômodos de uma obra desse porte.

Na reunião do Conselho Gestor do Hospital Sorocabana, realizada na sexta-feira, 21, esse foi o assunto principal da pauta. “Qualquer obra desse tamanho gera barulho e poeira. Mas o que estamos cobrando é um posicionamento da Secretaria Municipal de Saúde sobre o planejamento da reforma que está sendo executada sem interrupção do atendimento ao público e pacientes”, explica o conselheiro Rubens Alves Pinheiro Filho, um dos representantes da sociedade civil no colegiado do Sorocabana. “Como nos foi informado que em dezembro já não haverá mais condições de operacionalização dos serviços do Hospital Dia e AMA 24h, estamos pedindo uma reunião com a SMS para tratarmos desse assunto”, afirma Pinheiro Filho.

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