Zelar: dever de todos

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Os últimos dias foram agitados para o novo subprefeito da Lapa Leo Santos. No sábado (26), acompanhou o prefeito Bruno Covas na visita à obra do muro de arrimo no Jaguaré. Durante a semana, Santos esteve presente em todas as reuniões comunitárias da região, nos Conselhos Comunitários de Segurança da Lapa e Vila Leopoldina, e no Conselho Participativo Municipal.

O subprefeito também participou do Café com a Comunidade, a convite da Página Editora e Jornal da Gente, onde pode se apresentar, contar um pouco das suas experiências e dialogar diretamente com moradores, lideranças, empresários e representantes de entidades. Acreditamos que essa prática, de promover essas reuniões, é muito valiosa para a construção e melhoria da região que é de todos nós, além de aproximar a população do poder público.

Não é de se estranhar que o tema zeladoria surgisse durante o encontro, afinal, é uma das principais funções das subprefeituras e, como o próprio Leo Santos disse, “a primeira coisa que o cidadão repara ao sair de casa pela manhã”. Santos falou que o prefeito Bruno Covas quer, da mesma forma que seu antecessor João Doria, ter a zeladoria como bandeira de gestão.

E os lapeanos sem dúvida ficarão satisfeitos com a eficiência e eficácia para suprir as necessidades de podas de árvores, remoção de veículos abandonados, corte de grama em praças, entre outras. É possível ver avanços, ainda que nem sempre na velocidade que gostaríamos, por exemplo, com a retirada das infames placas “área sujeita a alagamento” na Pompeia, com a entrega das obras das galerias em 2016. Basta agora que o trabalho continue.

E se a prefeitura tem parte em alocar recursos e implementar soluções, as pessoas também são corresponsáveis para que a cidade seja mais funcional. Reclamar do governo quando uma casa é invadida por água, mas jogar lixo em locais inapropriados é uma grande falta de cidadania.

Temos a mesma responsabilidade de manter o bairro que moramos bem conservado e limpo quanto os órgãos públicos. Algumas pessoas criam a ilusória concepção que existe um distanciamento entre a ordem na cidade e suas próprias ações.

Mas com diálogo e boas práticas dos dois lados, comunidade e governo, as necessidades e melhorias inevitavelmente saem do papel. É preciso participar, seja para cobrar as demandas na reunião de zeladoria da Subprefeitura da Lapa, que estão previstas para retornar, ou fiscalizar como fazem os conselhos comunitários. Zelar é dever de todos.

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