O Vai-vem do Fórum Lapeano

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Em junho do ano passado, festejávamos aqui a volta do Fórum Lapeano da Cidadania. Na ocasião, Apparício Fornes assumiu interinamente a sua presidência. Em novembro de 2002, Rinaldo Rivetti Neto foi eleito presidente por aclamação. Na ocasião, também foram empossados José Benedito Morelli, vice-presidente; João Antônio Custódio da Silva, secretário; William Lisboa, segundo-secretário; e Rosana Aparecida Lúcio Bracciali, relações públicas. Por alguns motivos, essa diretoria não conseguiu de fato reativar o Fórum Lapeano da Cidadania, que ficou paralisado durante pouco mais de seis meses.
Agora somos novamente surpreendidos com a reativação do movimento criado em 1997 em um encontro que reuniu 31 membros da comunidade lapeana. Os primeiros encontros do Fórum chegavam a reunir cerca de 80 pessoas, grande parte sem vínculos ou representatividades em associações de bairro, entidades de classe ou partidos políticos. Esta, aliás, era a principal virtude do movimento, que por estatuto não permitia nenhum tipo de discriminação e abria suas portas a toda população. Mais que a manutenção deste espírito, esperamos que desta vez ele volte realmente a funcionar. É claro que as dificuldades serão imensas e será preciso um enorme jogo de cintura da nova diretoria para que o movimento não arrefeça novamente. De qualquer forma, sabemos que Mario Hermelino Ferreira, presidente; Décio Ferreira, vice-presidente; Armando Hussid, primeiro-secretário; Leonardo Evangelista da Silva, segundo-secretário; e Manoel Ramos dos Santos, relações públicas; se empenharão ao máximo nesta tarefa.
Além da boa notícia da reativação do Fórum Lapeano da Cidadania, tivemos também um fato a lamentar no bairro. Na quinta-feira, acabou acontecendo um violento confronto entre funcionários responsáveis pela fiscalização do comércio de rua e ambulantes irregulares na Rua Doze de Outubro, que resultou em oito feridos. Apesar de sabermos da dificuldades pelas quais todos passamos, não podemos compactuar com esse tipo de atitude por parte dos ambulantes, principalmente daqueles que estão se instalando irregularmente na Rua Doze de Outubro. Afinal, todos foram informados, quando do recadastramento feito pela Subprefeitura, que naquela via só poderia atuar quem recebeu o Termo de Permissão de Uso (TPU). Assim, a Subprefeitura tem de fazer cumprir sua determinação sob o risco de ter abalada sua autoridade para outras demandas.

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