Projeto traz técnico da seleção de handebol feminino ao Pelezão

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Foto: Tiago Gonçalves

Tiago Gonçalves
Ricardo Santos com o técnico da Seleção Morten Soubak e Carlos Casalino

O morador da região e professor de educação física Carlos Casalino recebeu o apoio do técnico da Seleção Brasileira de Handebol Feminino, Morten Soubak, ao projeto que desenvolve em parceria como Clube Escola Pelezão. O handebol feminino brasileiro foi campeão mundial em 2013, com técnico dinamarquês Morten Soubak que prepara a seleção para olimpíada do Rio de Janeiro de 2016.

Morten visitou na quarta-feira (13) o clube Pelezão onde Casalino treina seu time feminino desde 2015. Casalino explica que o projeto é desenvolvido em cima do time que já existe, o Ellas, formado por meninas com idade entre 14 e 22 anos – entre elas sua filha. Mas o professor-voluntário vai alterar a faixa etária para abranger outras idades. Segundo ele, as novas faixas de idade tem o objetivo formar equipes com meninas de 8 a 14 anos – no Ellas Kids, outra com jovens de 17 a 29 anos e um terceiro time com mulheres de 30 anos que queiram fazer do esporte sua atividade física. O projeto de Casalino prevê também cursos de especialização para professores sobre o handebol. “Acho o projeto do Carlos muito legal. Precisamos de mais pessoas que possam se envolver do jeito que Carlos está se mostrado. Ele faz o projeto por amor, sem interesse próprio, mas sim porque gosta do handebol”, disse o técnico da Seleção Brasileira de Handebol.

O coordenador do Pelezão, Ricardo Santos lembra que o futuro do projeto depende da procura. Santos disponibiliza a quadra do clube para treino da equipe do professor Casalino. “A maior preocupação é trazer os jovens para as atividades do Pelezão como o handebol e aproveitar que a seleção está dando essa visibilidade”, disse o coordenador do Pelezão.
O apoio de Morten ao projeto aconteceu por acaso. Casalino e Morten se conheceram em um curso no ano passado. “Quero que o handebol no Brasil cresça e se eu posso dar apoio em qualquer sentido, vou fazer isso. A proposta de Carlos é muito boa, não é só para (formar) equipes, mas também de cursos para melhorar o nível de cada professor para saber mais sobre o handebol”, conclui Morten.

Segundo Casalino, seu trabalho é totalmente voluntário. “Estou aberto a ajudar o handebol na cidade de São Paulo. As escolas públicas (estaduais e municipais) e particulares que também se interessarem podem entrar em contato. Não quero ganhar nada, faço esse trabalho por amor ao esporte”.

Outras informações sobre inscrições devem ser obtidas por e-mail (c.casalino@terra.com.br) ou pelo telefone celular 99995-2802 com o próprio Carlos Casalino. “Preciso de pelo menos 12 meninas para começar um novo time”, conclui o professor-voluntário.

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