Usuários reclamam dos seguranças do Pelezão

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Freqüentadores do Clube Pelezão estão insatisfeitos com os responsáveis pela segurança do local, serviço terceirizado pela Prefeitura. O JG foi procurado por duas pessoas que diziam estar indignadas com o tratamento dispensado pelos funcionários. “Falta orientação ao porteiro. Eu queria simplesmente andar pelo clube, mas como não tinha a tal carteirinha de sócio, ele me barrou porta”, conta Benê Star, cantor e morador do Alto da Lapa. “Disse que era morador do bairro, mas ele insistiu, afirmando que era ordem do diretor não deixar entrar sem carteirinhas. Disse também que naquele momento era ele que estava no comando e que eu não poderia entrar. Acontece que acabei entrando, mas o porteiro começou a me seguir. Desisti de andar pelo clube, fui para casa e tomei a decisão de contar o episódio para o Jornal da Gente. Já entrei lá sem carteirinha apenas dando o número da minha identidade. Acontece que você pode dar um número qualquer que ninguém confere Mas para que carteirinha se a pessoa só quer caminhar? Espero que o diretor do Pelezão tome providências em relação ao porteiro e à própria questão da carteirinha”, diz Benê.
Quem também reclama dos seguranças do Pelezão é Rubens Alves da Silva. “Eu e mais três amigos entramos no clube com a carteirinha em mãos. Tínhamos marcado com outros colegas uma partida de futebol. Quando eles chegaram, não puderam entrar, pois o porteiro exigiu a carteirinha. Logo de cara foram rudes conosco. Argumentamos que era possível entrar deixando o número da identidade. Um dos seguranças disse que estávamos fazendo bagunça e que não iria entrar ninguém, Ele então afirmou que havia falado com o administrador do Clube (Celso Goldemberg) e que o mesmo havia dado ordens para chamar a polícia. Chegaram sete viaturas e ficou um clima constrangedor para todo mundo. No dia seguinte falei com o administrador, que argumentou ter sido informado pelos seguranças que estávamos tentando invadir o clube. Mas garanto que isso não é verdade”, finaliza Silva. O JG relatou esses episódios à Secretaria Municipal de Esportes, que não se manifestou a respeito até o fechamento desta edição.

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