Temporal deixa região sem energia

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Temporal deixa região sem energia

Galhos e pedaços de arvores que caíram durante a chuva de terça-feira (18) ainda estavam pelas ruas e praças na manhã de sexta-feira, data de fechamento dessa edição do Jornal da Gente. A Rua Tordesilhas, Praça Galileu Rovai, Mercedes e Guararapes (travessas da Laurindo de Brito), na Lapa, são algumas delas. Segundo dados da Coordenadoria de Defesa Civil da area da Subprefeitura Lapa, 35 árvores caíram na região durante o temporal e vários pontos de alagamentos foram registrados. Na Rua Guaicurus com Curtume, próximo ao Poupatempo e Subprefeitura Lapa, um veículo Astra que estava estacionado foi levado pela enchente e teve que ser guinchado. O cruzamento da Avenida Pompeia com Francisco Matarazzo, Rua Turiaçu e Praça Marrey Junior (que esperam pela solução com a obra de canalização dos córregos Sumaré e Água Preta em andamento) também ficaram intransitáveis. Muitos pontos como o Alto da Lapa, Leopoldina, Vila Romana e Pompeia ficaram sem energia e os semáforos pararam de funcionar, afetando o trânsito. Na Leopoldina moradores e comerciantes de diversas ruas, como a Carlos Weber, a Schilling, Passo da Pátria, Imperatriz Leopoldina e Brentano, ficaram as escuras durante toda tarde. No Alto da Lapa o fornecimento se prolongou por mais de 23 horas, prejudicando escolas, lojas e academias. 
Eletropaulo – A AES Eletropaulo argumenta que a região foi uma das mais atingidas por fortes chuvas e ventos de até 75km/h. Segundo a concessionária, na maioria dos casos, a rede elétrica foi impactada por queda de árvores e objetos como telhados e toldos. Nessas situações, antes de iniciar o processo de restabelecimento de energia, foi necessário o apoio do Corpo de Bombeiros e da Defesa Civil para a retirada das árvores.
Subprefeitura – O subprefeito da Lapa, Ricardo Pradas, disse que tem três equipes para arvores e três para conservação de áreas verdes. “São poucas equipes para cuidar de toda s as area verde da subprefeitura. Quando o galho cai e interrompe o viário, damos prioridades na remoção. As árvores, em geral são antigas, na City Lapa tem 50 anos e no Pacaembu uns 70”, revela Pradas, justificando o número elevado de quedas. Segundo ele, a limpeza de galerias é feita, mas quando tem alagamento, o serviço é refeito para evitar novos problemas. 

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