Mais do que um orçamento

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No sábado (14) tivemos na Prefeitura Regional da Lapa a primeira audiência pública sobre o orçamento para o ano que vem. Naturalmente, o principal questionamento era se receberemos em 2019 mais ou menos recursos do que tivemos em 2018. Digo que esta é uma pergunta importante, mas não a principal. O papel de um prefeito regional não é apenas gerenciar ações de zeladoria administrando o orçamento finito que recebe da administração. Mais importante é ser um articulador. Ter um olhar atento para chances de ‘criação’ de recursos.

Na Lapa temos bons exemplos disso. Em parceria com o Senac Lapa Tito criamos o Lapa Oportunidades, programa de bolsas de estudos a custo zero para os cofres públicos. Com as emendas parlamentares estamos reformando praças, colocando corrimãos, levando acessibilidade às calçadas, revitalizando com grafite pontos degradados dos nossos bairros, entre outras ações. São milhões em investimento que em gestões anteriores deixavam de beneficiar a população por questões políticas ou ineficiência administrativa. Acabamos com isso e a cidade é que ganha. Além disso, o prefeito regional conhece a realidade local e pode buscar iniciativas junto às Secretarias que resolvam problemas característicos. Foi assim quando conseguimos a criação no ano passado de um CTA e um Atende, equipamentos da SMADS, na região.

O valor orçamentário é um dos elementos de um cenário amplo. Deve sim ser suficiente para cumprir com qualidade a manutenção dos bairros, mas não pode ser limitador do trabalho do bom gestor.

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