Pesquisa indica 1,5 milhão de infectados

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Estudo aponta que frequência de indivíduos com anticorpos é maior nos estratos da população que tem menor renda

Na segunda-feira (10) foram divulgados os resultados da terceira fase do inquérito que monitora a prevalência da infecção por SARS-CoV-2 em São Paulo. O estudo é realizado por cientistas e médicos da USP e da Secretaria da Saúde do Estado de São Paulo com o apoio do Grupo Fleury, IBOPE Inteligência, Instituto Semeia e Todos pela Saúde.

O levantamento aponta que 1,5 milhão de pessoas, o que representa 17,9% da população com 18 anos ou mais, já foram infectadas pelo novo coronavírus na cidade. Também foram registrados dados que demonstram a desigualdade no município, sendo que a frequência de indivíduos com anticorpos é maior nos estratos da população que tem menor renda, com 22% das incidências, e menor grau de escolaridade, sendo 23,7% dos testados com ensino fundamental contra 12% que possuem ensino superior. Pretos e pardos apresentam soroprevalência de 20,8% comparada a 15,4% dos brancos. Foram analisadas 1.470 amostras de sangue de moradores da capital distribuídos em 115 setores censitários. Foram sorteadas 12 residências em cada um dos setores e as coletas ocorreram entre 20 e 29 de julho.

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