Medida de proteção

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Mariene Terumi Umeoka Hidaka, membro do Conselho Regional de Fonoaudiologia – 2ª Região

 

A poluição sonora nos grandes centros urbanos representa um problema crescente e ainda subestimado. Embora frequentemente associada apenas à perda auditiva e ao zumbido, a exposição contínua ao ruído ambiental também pode provocar alterações fisiológicas, distúrbios do sono, estresse, aumento da pressão arterial e outros agravos à saúde.

Apesar de muitas vezes negligenciada por não ser visível, a poluição sonora causa impactos reais e mensuráveis na saúde da população. Portanto, é fundamental ampliar a conscientização sobre os prejuízos do ruído ambiental.

Durante o “I Encontro Brasileiro pela Despoluição Sonora”, realizado no ano passado pela Fundação Getulio Vargas, a capital paulista foi apontada como a sétima metrópole mais barulhenta do mundo. É urgente, portanto, que o tema avance na agenda pública e que os gestores municipais, estaduais e federais desenvolvam estratégias específicas para mitigar a poluição sonora nas cidades, especialmente nos grandes centros urbanos.

Reduzir o ruído é uma medida de proteção coletiva à saúde e um passo essencial para cidades mais sustentáveis.

 

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