Depois de criar dois filhos (Maurício e Deborah), a moradora da Lapa Irene Neder chega a terceira idade esbanjando energia. Sua alegria contagia as colegas do grupo de terceira idade da ACM-Lapa (quase todas setentonas) onde pratica exercícios nas semanas que fica em casa, sem viajar.
Ela e a colega Ivone Andrade Rizzi convidaram as amigas da ACM para um passeio à Barretos, terra natal de Irene. Após cinco dias de estadia no hotel, muitas brincadeiras e festa na cidade, o encontro foi encerrado com um almoço segunda-feira, na Churrascaria Central Park, na Lapa de Baixo. “A gente sempre faz viagem com a ACM, mas desta vez fizemos entre nós. Foram 46 pessoas, a maioria mulheres na faixa de 70 a 85 anos”, conta Irene que canta, brinca e dança como adolescente nestes passeios.
A maioria delas se conheceram na própria ACM-Lapa. Do grupo apenas cinco homens participaram do passeio. “A maioria das mulheres são viúvas”, justifica ela a maioria feminina. “Fizemos uma coisa maravilhosa para todas nós. Levantamos quanto custava a viagem, com hospedagem no hotel em Barretos- aliás maravilhoso-, visita as termas, forró e show. Dividimos o valor e fomos passear. Esse almoço foi uma surpresa para o pessoal. Depois de pagar tudo, sobrou dinheiro e resolvemos fazer esse encerramento. Ninguém ganhou nada. O que queremos é só nos divertir”, afirma a líder setentona, que neste sábado, 23, quando o JG começa a circular, já estará na estrada de Santos de volta para casa, na Lapa.
Quem pensa que Irene irá descansar, se engana. Ela vai se preparar para a festa de aniversário de Ivone, neste final de semana. O marido Jair Neder já se acostumou com o agito da esposa e a acompanha quando pode em algumas ocasiões. Afinal, Irene é elétrica.
Jair participou do almoço que encerrou o passeio das “garotas da melhor idade” na segunda-feira. “Não faço nada de errado, só quero viver e ser feliz”, conclui Irene.
Lapeana completa 70 anos com|energia de adolescente
Exposição homenageia|berço do Rock
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“Um Século de Música, Um Século de Pompéia” é o nome da exposição organizada pelo Bourbon Shopping, que traça um paralelo da história do bairro com a da música, dando destaque para o surgimento de bandas de rock e bluseiros nas ruas da região. Os registros em forma de painéis tiveram a colaboração do Centro Cultural Pompeia, que guarda acervo sobre a história da Villa Pompéia, da época do seu surgimento, em 1910, quando vila era grafada com dois LL e a área era dominada por chácaras.
Aliás, na exposição, o visitante pode conhecer a versão da história do nome da Pompeia. Segundo registro, uma explicação está numa homenagem à Aretusa Pompeia, esposa de um grande empreendedor da época.
De lá para cá a Villa perdeu um L e foi se transformando ao longo das décadas, não só com a instalação de grandes indústrias como a Matarazzo, mas também com a fixação de imigrantes italianos, espanhóis e húngaros que trabalhavam nas fábricas.
Mas o que a exposição destaca é que a Pompeia foi berço de bandas de rock e blues, entre as décadas de 60 e 70, como Os Mutantes, Tutti Frutti e Made in Brazil. Foi um período da instalação de centros culturais como o Sesc e da Feira de Arte que começou como o Arte na Rua.
Embalado pela história da música que confunde bairro e rock que Luiz Carlini da banda Tutti Frutti e Nenê Benvenuti de Os Incríveis participaram da abertura da mostra em homenagem aos 100 anos da Pompeia, terça-feira, 19. Ali eles se juntaram a Oswaldo do Made in Brazil e Bororó para relembrar a época que o som do rock e do pop ecoavam pela vila e invadiam o cenário musical brasileiro. “Os Mutantes fabricavam equipamentos e muita gente vinha de fora para comprar. Foi assim o começo do bairro do rock.”, explica Carlini.
Nenê morou 18 anos na Avenida Pompeia (864). “Tive um grupo (The Rebels) que fazia rock in roll”, relembrou ele. “Em 66 entrei para Os Incríveis, comecei a fazer sucesso e fiquei rico, bonito e babaca”, brinca Nenê.
A gerente de Marketing do Bourbon, Tatiane Piza, explica que amostra é a forma que a direção do shopping encontrou para homenagear o bairro. A exposição vai até dia 24, na Rua Turiaçu, 2100, na Pompeia.
Santo Ivo renova termo|de cooperação
A diretora do Instituto Santo Ivo, Myrna Barros Lima Ibrahim, e ao subprefeito da Lapa Carlos Fernandes assinaram a renovação do Termo de Cooperação para adoção da Praça John Lennon, no último dia 7, no Alto da Lapa. A escola que já cuidava da praça, teve o termo renovado por mais três anos para manutenção da área verde.
O Termo de Cooperação é um instrumento que auxilia a Subprefeitura a manter as 317 áreas verdes existentes na região, num total de 1.500.000 m². Com o termo assinado, as empresas podem divulgar mensagem de cooperação (ou seu nome) na área adotada, respeitando algumas especificações. Os interessados podem ter mais informações pelo telefone 3396-7504 ou pelo e-mail (lapa@prefeitura.sp.gov.br).
Semana do MEI terá|palestra na Lapa
Os empreendedores que ainda não regularizaram os seus negócios terão a oportunidade de conhecer os benefícios de aderir ao Microempreendedor Individual (MEI), que possibilita a formalização de empresários, sem sócios, e com renda anual de até R$ 36 mil negócios. “Será uma chance para mostrar a estes empresários que eles podem conseguir uma série de benefícios que só fará os negócios prosperarem”, afirma Alexandre Martins, gerente do Sebrae-SP na Zona Oeste.
Martins programou três palestras para os empreendedores na Zona Oeste, uma delas será no dia 21, das 14h às 16h, na sede regional do Sebrae, na Rua Pio XI, 675, Lapa (as outras dia 19, às 13h30, em Franco da Rocha e no dia 21, às 10 h, em Paraisópolis).
As palestras integram as comemorações preparadas pelo Sebrae-SP para o Mês do Empreendedor (outubro) e termina em novembro com a Feira do Empreendedor, maior evento de empreendedorismo do Brasil que será de 17 a 21 de novembro, na Expo Center Norte.
As inscrições para as palestras são gratuitas e podem ser feitas pelo telefone 0800-570-0800 e 3832-4304.
Comunidade faz projeto|para revitalizar praça
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A Praça Paulo Schiesari da Vila Anglo deve ganhar novo visual se depender dos moradores do entorno e do Movimento Boa Praça que, juntos, elaboraram um projeto de revitalização para área verde.
Segundo Cecília Lotufo, a apresentação do projeto final será no próximo Piquenique do Boa Praça, dia 31 de outubro, a partir das 16h. Após quase um ano de reuniões entre os vizinhos, Ricardo Ferraz está animado com o resultado da participação comunitária. “O projeto atende a necessidade dos moradores que apontaram problemas como a falta de iluminação na parte de baixo da praça (existe apenas um poste de luz na parte superior), e a dificuldade de acesso (só existe entrada pela parte superior da área verde e outra na lateral). Quem vem de baixo (pela Rifaina) tem que subir (a Pedro Soares de Almeida) para entrar na praça”.
O projeto ganhou o apoio do vereador Eliseu Gabriel, autor da Lei, que prevê maior segurança nas proximidades de escolas (a Mauro de Oliveira fica em frente). Por conta da Lei, eles conseguiram R$ 60 mil do orçamento Municipal para execução do projeto. “Estamos pedindo iluminação na parte de baixo da praça com a retirada de um parquinho (existem dois) para transformar o local em área de convivência, mais dois acessos (um na Rua Pedro Soares de Almeida e outro na Antonio Gonçalves da Cruz) e alargamento dos degraus da escada (interna, em forma de arquibancada) criando um terceiro espaço para a contemplação da vista do bairro”, descreve Ferraz.
O arquiteto Eduardo Mar-tini (que conhecia o Movimento Boa Praça) fez o projeto de forma voluntária. “Ele foi um dos coordenadores da revitalização da orla do Rio Piracicaba”, revela o morador.
No piquenique do movimento será coletada adesões em um abaixo-assinado com o objetivo de acelerar a liberação da verba de R$ 60 mil, pela Prefeitura.
Diretor fala de revisão|na obra da nascente
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A polêmica em torno do projeto da obra na nascente do Bosque das Palmeiras do Parque da Água Branca pode estar próxima do fim. O projeto da nascente é uma das principais preocupações dos frequentadores que querem participar das decisões sobre as intervenções no parque (tombado pelo patrimônio histórico e ambiental) com o objetivo de preservar as características de fazenda com verde e animais convivendo com o público.
Segundo o diretor do parque, Toninho Teixeira, representantes da Associação de Ambientalistas e Amigos do Parque da Água Branca, Paulo Meirelles e os responsáveis pela área ambiental da entidade, Cândida e o engenheiro Titus Meili, estiveram reunidos (há cerca de 15 dias) com o arquiteto (Hamilton) do DAEE (Departamento de Águas e Energia Elétrica) responsável pelo projeto do Bosque das Palmeiras, revendo o projeto.
Reivindicações
A Assamapab documentou as reivindicações em ofício protocolado em 7 de outubro, destacando a necessidade de preservação com a redução das áreas pavimentadas na quadra do bosque, preservação da área verde durante as obras, cercamento do bosque com cerca de madeira e futura cerca viva além de restrição de acesso à área do bosque (após as obras) até às 18h, alteração da concepção dos tanques destinados à piscicultura para espelhos d’água e eliminação do quinto tanque junto à nascente principal. “Nós fizemos uma revisão atendendo algumas reivindicações como a construção da passarela que terá uma parte suspensa, a questão do fechamento (da área da nascente) com uma cerca de madeira de eucalipto tratado para as pessoas não adentrarem o local e na proposta de fechar às 18h a área da nascente do bosque”.
A associação pede também o cercamento da casa do caboclo sem acesso ao público.”Não temos como restringir o acesso nesse espaço. A gente também definiu que o quinto tanque não será construído (conforme solicitado) e retiramos a iluminação (do projeto) dentro do bosque, com exceção do parquinho. O ofício da Assamapab foi encaminhado ao DAEE, para dar uma finalização (na questão do projeto) e retorno para a associação”.
Até a última sexta-feira, os diretores da Assamapab e do SOS Parque da Água Branca desconheciam as mudanças no projeto. “Em novembro vamos promover, aos sábados (10h) encontros com especialistas para discutir um plano de manejo ambiental para o parque”, afirma o diretor da Assamapab, Paulo Meirelles.
Música e exposição homenageiam a Pompeia
O quarteto de cordas Zimmer homenageou o centenário da Vila Pompeia em um concerto realizado na sexta-feira, 8, na Paróquia Nossa Senhora do Rosário de Pompeia. Além de comemorar os 100 anos do bairro, a apresentação homenageou a padroeira da paróquia.
A direção do Bourbon Shopping Pompeia está com a exposição cultural “Um Século de Música Um Século de Pompeia”, no Piso Pompeia, traçando um paralelo entre a arte e a história da Villa Pompéia que surgiu em 1910, época que vila tinha dois LL, e a Companhia Urbana Predial, de Rodolpho Miranda, adquiriu uma porção de terras entre a Água Branca e a Lapa, para construir um bairro voltado para a classe média. A região foi povoada por imigrantes, principalmente italianos, portugueses, húngaros, espanhóis e franceses. Mas o impulso no desenvolvimento da vila chegou junto com a malha ferroviária que atraiu indústrias como a Francisco Matarazzo (década de 20). Hoje, da construção do complexo industrial resta apenas a Casa das Caldeiras, tombada pelo patrimônio histórico. Grandes torres comerciais foram erguidas dando origem a Operação Urbana Água Branca e abertura de um trecho da Avenida Auro de Moura Andrade para aliviar o fluxo viário da Avenida Francisco Matarazzo, que homenageia o conde italiano.
Entre as indústrias que se instalaram estava também a Companhia Antarctica Paulista, responsável pelo surgimento do Parque Antarctica, criado para lazer dos funcionários da fábrica, onde mais tarde a comunidade italiana inaugurou o Palestra Italia, em 1914. Se as indústrias ficaram no passado, o bairro ainda conserva o Palestra Itália, atual Sociedade Esportiva Palmeiras. Berço do rock, onde nasceu o lendário grupo Os Mutantes de Rita Lee, a Vila Pompeia que abriga uma diversidade cultural com várias vertentes artísticas e ritmos musicais, já foi até pista da 1ª Corrida Automobilística disputada na América do Sul, o Circuito de Itapecerica.
A transformação de casas de vila em grande prédios trouxe mais moradores, trabalhadores e equipamentos de lazer e compras como o Sesc Pompeia e o Bourbon Shopping, sede da mostra que homenageia o bairro. A grande discussão neste ano do centenário é a solução para problemas como enchentes e trânsito. A atenção da comunidade está voltada para a Sociedade Esportiva Palmeiras que promete construir, no lugar do velho Palestra Italia uma grande e moderna arena multiuso para jogos e mega shows. A centenária Pompeia guarda ainda algumas vilas operárias, mas está remoçada com novos edifícios e também com novos problemas.
Casal setentão em|ritmo de aventura
No mês do idoso, o casal da Vila Pompeia, Iara e Dagoberto Nastromagario, prova que a vida na terceira idade pode ser uma aventura muito interessante. Ela tem 70 anos e ele 74, e ao contrário de muitas pessoas da mesma idade, que em geral pensam em doença e médicos, eles viajam sempre juntos. Com uma agenda lotada, os dois têm compromissos todos os dias com familiares ou amigos.
O que chama atenção na dupla é a paixão por motocicleta. Dagoberto é motociclista há 58 anos e Iara há 48 é sua garupeira oficial. “Sem ela a viagem não tem graça”, diz o veterano motociclista com a voz de apaixonado.
Empresário aposentado, ele conta que antes fazia viagens mais rápidas por causa dos negócios, hoje já não tem pressa. Iara além de acompanhar Dagô, tratamento carinhoso que dá ao marido, divide seu tempo com seus dois filhos e netos que também moram na centenária Pompeia. Sozinhos, com poucos casais ou com o grupo Pegasus de motociclistas, eles estão sempre se aventurando pelas estradas na Harley-Davidson Fat-Boy 1600 cilindradas ou na BMW 1100, duas motocicletas consideradas “filé” por Dagô. “Viajamos muito de motocicleta, mas nunca tive um acidente”, diz ele. “A sensação é de liberdade”, define Iara o prazer de viajar de moto.
O gosto de Dagô pelo veículo de duas rodas veio bem antes de conhecer Iara, ainda na infância. “Minha paixão por motocicleta começou em 1943, aos sete anos, quando morava no Sumaré. Pegado a nossa casa morava o seu Santini que tinha uma motocicleta. Quando ele chegava com a moto eu ficava todo ouriçado. Um dia, ele saia para trabalhar e me convidou para andar na moto. Fomos até a esquina, ali nasceu minha paixão pela motocicleta”, relembra Dagô.
Com aparência diferente dos anos de juventude, ele garante: se fechar os olhos me sinto com dezoito anos, só o corpo mudou. Dagô só lembra da idade quando conta as histórias da época correu nos “200 quilômetros de Interlagos” e na “6 Horas” onde chegou (com o companheiro de revezamento) em segundo lugar e foi destaque dos jornais da época, em 1958. A idade é um detalhe para ele.
Programação reúne teatro e brincadeiras
Além de marcar o aniversário da Lapa, no dia 12 de outubro se comemora o dia de Nossa Senhora Aparecida com missas pelas paróquias e o Dia das Crianças com atividades pela região neste feriado.
O Show infantil educativo “Cantando Histórias com Celelê e Amigos” com a dupla “Celelê e Talili” acontece no Dia da Criança (12) com o lançamento do CD “Cante O Ano Todo” (Celelê Records – Distribuição Tratore), no Teatro “Cacilda Becker”, na Rua Tito, 295, com reprise nos dias 16,17, 23, 24 e 30 de outubro. Em ritmo de videoclipe com projeções multimídia, o show terá chuva de bolinhas de sabão e efeitos de luz e som.
O espaço PraLer do Parque da Água Branca (Avenida Francisco Matarazzo, 455) está com programação temática baseada na obra de Monteiro Lobato, o Sítio do Pica-pau Amarelo. As crianças poderão participar das “Brincadeiras do Sítio” com a Emília, Visconde de Sabugosa, e procurar o Saci-Pererê além de ouvir histórias e músicas baseadas na obra de Lobato. Na programação está ainda uma exposição sobre a vida e a obra do escritor e a coleção completa dos livros de Monteiro Lobato para a consulta do público. Em um dos quiosques foi montada uma brinquedoteca. O espaço terá também apresentação de episódios do Sítio do Pica-Pau Amarelo, de terça-feira a domingo, às 13h, roda de histórias com educadores as quartas-feiras, 15h, Caça ao tesouro (dias 9, 10 e 12,15h) entre as atividades.
O Sesi Leopoldina realiza o Recreança dia 16, das 9h às 17h, com atividades lúdicas, gincana, pintura de rosto, brinquedos Infláveis entre as brincadeiras além de orientação nutricional, cinema (exibição de animações e curta metragens infantis), oficina de brinquedos como Bilboquê, Vai-vem, Centopéia, Quebra-cabeça, Jogo da Memória entre outros. Todas as atividades são gratuitas, exceção da praça de alimentação. A Unidade Leopoldina do Sesi fica na Rua Carlos Weber, 835.
A Unidade Pompeia do Sesc também traz uma programação para o Dia da Criança, na Rua Clélia, 93.
Centro de Memória terá histórias pintadas
As paredes do Centro de Memória e Convívio da Lapa “Miguel Dell’Erba” serão transformadas em painéis para receber o trabalho do artista Roberto Bieto que vai retratar as histórias contadas por lapeanos, a partir da próxima semana. A iniciativa da supervisão de Cultura da Subprefeitura da Lapa faz parte dos festejos de 420 anos do bairro.
Segundo o supervisor de Cultura da Sub Lapa, Arthur Secco, a ideia é revitalizar as paredes a partir de relatos dos moradores, principalmente os mais antigos. “O objetivo é trazer as pessoas para o Centro de Memória para que elas participem. Seu Eurico Ferreira e Dirceu Romão são dois moradores da Lapa de Baixo que vão participar desse resgate da história do bairro”, explica o supervisor.
Uma oficina de grafitti para terceira idade está prevista na programação do Centro de Memória, diz o supervisor. “A gente quer que esse pessoal da melhor idade, com um imaginário rico, use as técnicas para expressar suas histórias nas paredes. Será o imaginário de quem está aqui (no bairro) há mais de 70 anos”.
Cada espaço será estudado para compor a obra. “Não queremos apenas povoar as paredes, mas criar um ambiente agradável onde as pessoas vejam sua história”, garante Secco.
O supervisor quer identificar as manifestações culturais que são próprias do lapeano e da Lapa. “A gente quer tanto preservar quanto promover a cultura da Lapa. Vamos mostrar os lapeanos que trabalharam para o progresso da região e o que foi construído (o bairro) como, por exemplo, o prédio onde é a Subprefeitura e a Casa de Cultura que foi o antigo Tendal da Lapa, na década de 30 (1938). Ele tem um valor ”.
O aniversário do bairro ganhou um blog onde a programação de aniversário é postada. “A ideia (da comissão de festejos) foi reunir todo mundo e juntar a programação num blog, o Viva Lapa (vivalapa.wordpress.com). É muito importante que a comunidade participe”, conclui Arthur Secco.



































