Projeto de PPP na Leopoldina terá moradias para quem ganha a partir de 3 salários

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Foto: Divulgação

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Na antiga garagem da CMTC, prefeitura incrementa seu plano habitacional

O terreno da antiga garagem da CMTC, hoje de propriedade da Companhia Metropolitana de Habitação de São Paulo (COHAB-SP), na Avenida Imperatriz Leopoldina, deverá receber 995 moradias sociais, via Parceria Público Privada (PPP). O projeto aprovado pela Prefeitura prevê a construção de cerca de 200 unidades para famílias com renda entre seis e 10 salários-mínimos (R$ 7.800,00 a R$ 13.2000,00) e mais de 700 unidades para famílias com ganhos mensais entre três e seis salários-mínimos (R$ 3.960 a R$ 7.920). Ou seja, grande parte dos apartamentos serão destinados a famílias de classe média.

De acordo com a COHAB, que gerencia o contrato da PPP, o início das obras depende da finalização do relatório de avaliação ambiental do terreno (solo e subsolo).

Por meio de nota, a COHAB lembra que a área localizada na Avenida Imperatriz Leopoldina compõe o lote 11 da PPP Municipal da Habitação. “Atualmente os estudos ambientais para remediação encontram-se na fase final. Foram realizadas três campanhas de ensaios e, em razão dos resultados obtidos, será necessária a realização de uma campanha complementar no local”, explica o comunicado.

A COHAB esclarece ainda que somente após a conclusão dessa campanha é que poderão ser determinadas as metodologias, custos e cronograma da construção das moradias.  O plano de remediação final será apresentado à CETESB para análise e aprovação. Cabe ao órgão ambiental do Estado de São Paulo dar o aval para a liberação das obras.

O contrato assinado entre prefeitura e a empresa responsável pelas obras, a Construtora Itajaí, em 2020, prevê investimentos de R$ 224 milhões. Além de ficar responsável pelas unidades na Leopoldina, a Itajaí está construindo outros 300 apartamentos no Jaguaré.

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