Participação e controle social

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As mais de 1600 pessoas que reconduziram com seu voto, por mais dois anos, seus representantes no Grupo de Gestão da Operação Urbana Consorciada Água Branca, confirmam que a sociedade civil está mobilizada e quer o controle social do dinheiro e projetos públicos.

A Prefeitura de São Paulo está omitindo da sociedade civil informações sobre a Operação Urbana. Não fez uma devolutiva da sua proposta de revisão da Lei, após audiência pública realizada em março, com mais de 600 pessoas. Enviou para a Câmara de Vereadores, no último dia 3, escondido do Grupo de Gestão, um projeto de lei contendo propostas não conhecidas, outras já questionadas, que reduzirão drasticamente a capacidade de arrecadação para beneficiar o mercado imobiliário e serão insuficientes os recursos para construir UBS, CEU, moradias e ponte.

Está atrasando propositalmente a realização de uma obra vital para a vida de mais de mil famílias, que há mais de 10 anos aguardam sua moradia garantida por lei, adiando prazos para realizar alterações nos projetos, que não são informadas e nem aprovadas pelo Grupo de Gestão.

Essa atitude irresponsável da gestão pública municipal não pode mais continuar. Os gestores da SMUL, da São Paulo Urbanismo, da SEHAB e da COHAB são responsáveis pela falta de transparência das informações públicas e pelo prejuízo social que os atrasos das obras acarretam.

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